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Genealogia e Cartas dos Nossos Leitores

Historia de Portugal e dos Portugueses


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Estudos de Genealogia: Histórias sobre a genealogia portuguesa antes do século vinte são bem-vindas. As cartas serão colocadas nesta página. Por favor, note que o objectivo desta página não é fornecer dados Genealógicos, muitos dos quais só podem ser obtidos de peritos em Genealogia. Sugerimos que assine o "Fórum Português" enviando um
e-mail para a seguinte direcção: PORTUGAL-L-request@rootsweb.com (subscribe)
Sugerimos também que visite a página: www.portuguesefoundation.org/boat.htm

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Desejo um bom dia para todos os portugueses da sua cidade e do mundo.

Eu tambem sou filho de emigrante na França, o meu pai chegou à França em 1965, e agora com o tempo passado, penso em todos os portugueses no mundo.

Estou muito contente por ver que uma pequena terra como Portugal tem filhos em todos os paises e que continuamos a falar a lingua da terra onde nascemos. O nosso coração ainda bate à volta do Tejo e do Douro, e a cantar o fado.

Tantas saudades da nossa terra.

VIVA Portugal e os portugueses

Cesar, França

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Senhores,

Recebam meus respeitosos cumprimentos por manterem um manterial informativo tão rico e útil.

Sou brasileiro, jornalista de agricultura, e tenho muito interesse em informações históricas como essas que vocês apresentam. Pena, muita pena, que o grande público ainda não tenha cultura para entender melhor o papel de Portugal, de sua gente, dos cristãos-novos e judeus, na conquista do mundo! Mas gostei muito também das crônicas pessoais do Dr. Manuel Luciano, grande espírito culto e humanista.

Grande abraço. Parabéns.

José Carlos Costa de Andrade

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Senhor Manuel Mira,
Comprei e li o seu livro « Os Portugueses na Formação da América » (tem alguns erros de impressão...) gostei imenso de o ler, parabéns. É pena que não seja publicado noutras línguas como Espanhol e Francês. Faço votos que esse livro encoraje o ensino nas escolas portuguesas (ao menos...) de que foram os portugueses os primeiros europeus a explorar a América do Norte.
Cumprimentos, José-Manuel de Oliveira, Genève Suisse.

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  Parabéns é um excelente sitio,  depois de correr na internet onde tenho encontrado Portugueses de origem.

     Mesmo nos sitios mais impensaveis, no Hawaii uma grande maioria são de descendência Portuguesa Açoreana e d'Aveiro, encontrei também nos Camarões, no Canadá o primeiro correio mor era portugues, soube por um jornalista d'um journal Francofone de nome Da Silva, e tem uma grande medalha perto da catedral Notre-Dame em Montreal.
     A primeira synagogue foi feita por judeus Portugueses e Espanhois,vou parar para nâo ser aborrecido,só que na grande pintura o soldado que tem a bandeira ao lado de George Wasgington, pensa-se que tambem era Português.
 
Manuel Martins, Canadá
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Exmos senhores. Soube há muito pouco tempo das questões que se levantam com os chamados Melungos, nomeadamente a sua possível decendencia berber/portuguesa. O facto de em finais de Fev. 2004 ir a Marrocos, exactamnete á parte do deserto (Merzouga/Zagora), onde sempre viveu o povo Berber, ainda mais despertou a minha curiosidade. Nesta viagem irei visitar algumas bibliotecas, uma vez que sou bibliotecário de profissão (exerço actualmemte funções no Ministerio da Justiça), embora a minha deslocação seja meramente turistica. Note-se que não sou historiador mas apenas um curioso da lusofonia, inclusive morei em Macu e em Angola durante muitos anos: fui bibliotecário da Universidade de Macau. Como breve descrição minha, direi também que tenho 52 anos e que moro em Lisboa. Venho escrever-lhes para me disponibilizar a qualquer apoio que precisem de mim, em Portugal ou mais imediatamente em Marocos, nomeadamente algum contacto que deseje faça directamente. Esperando por contacto vosso, apresento os meus melhores cumprimentos, Joaquim Correia .
ps-sobre os Melungos ou Melungeons foi a referência ao livro do senhor Manuel Mira que me alertou para a questão, de que, confesso, nunca tinha ouvido falar...
***
Caro Sr. Correia, peço desculpa de só agora responder à sua amavel email. Devido à quantidade de email, nem sempre me é possivel responder rapidamente. A ligação dos Melungos com o povo Berbere é algo que ainda não foi provado mas existe boas indicações que existem ligações através dos Portugueses. Agradeço sempre qualquer informação adicional que possa ser incorporada numa futura edição.
Espero que a sua viagem a Marrocos tenha sido agradável. Cumprimentos
Manuel Mira, North Carolina, USA

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Ao ler numa revista portuguesa um artigo sobre os MELUNGAS fiquei curioso porque pertenço a um povo - OS ILHAVOS - que vierem para perto da RIA DE AVEIRO no sec VIII AC vindos da Ásia Menor (pelasgos pré helénicos - JÓNICOS????) e que quando sentiam dificuldades partiam. Vocês procuraram em Lisboa dados sobre navios que pudessem partir para a América. A Ria de Aveiro  tinha no Sec XVI setenta navios na pesca do bacalhau e Lisboa não sabia. Os Ilhavos nos SeC XVII XVIII e XIX partiram daqui e criaram várias povoações novas ao longo do litoral português. Ilhavo é uma das maiores comunidades portuguesas nos USA. Por exemplo o meu nome é tipico daqui e há hoje muitos americanos descendentes de Ilhavos com esse nome (ver outra pagina).
Amigo nós somos um povo aventureiro de costumes muito próprios e fechados que estamos um pouco por todo o mundo. De qualquer modo isto não quer dizer que somos a origem dos MELUNGAS, mas é possível e eu tenho alguns indícios para ir comparando - Nomes e alcunhas típicas, roupas, maneira de falar, utilização do cão de água.

 Hoje envio-vos os nomes típicos em anexo, Cumprimentos, Angeja (N.R. ver lista em baixo)

Achei a sua oferta no radioportugal.org, o qual estou a gostar muito. D.S.
Amigos, Me mande uma copia de "Os Portugueses na Formação da América", se faz favor. Cheque incluido. Obrigado, Douglas Schmolze, Massachussets.

Parabens pela vossa homepage sou pintora açoriana residente no continente e gostei de ter conhecimento do vosso site, com um abraço amigo lena gal. Helena Amaral

De: Aguinaldo Ribeiro da Cunha Filho, São Paulo, Brasil 
     Prezado Manuel, parabéns pelo belo trabalho que, pelo visto, a Fundação está a fazer na América. Fiquei interessado nos livros sobre o papel dos portugueses na formação dos Estados Unidos. Como obtê-los, preço, editora etc? E julgo que livros semelhantes, relativos aos demais países da América do Sul (com exceção do Brasil) seriam excelentes, utilíssimos.
     Digo com exceção do Brasil porque a relação especial, profunda, fraterna e ao mesmo tempo filial, desse País com Portugal, sugerem estudos de outra espécie - a meu ver - mais aprofundados. Afinal, aqui no Brasil os portugueses não têm apenas "um papel", mas fundaram o País, o sangue português corre nas veias da maioria dos brasileiros e a cultura / língua / religião / tradições portuguesas estão fortemente presentes em todos os cantos do Brasil.  
Saudações

De: Luiz da Câmara Leme de Portugal e de Ricardo da Costa Oliveira do Brasil
"O Império Marítimo Português 1415 - 1825" de C. R. Boxer (Edições 70 ) ISBN - 972 - 44 - 0846 - 9 
O prefácio termina assim:     Por um preço terrível, Portugal abriu as portas a um mundo vasto, que não podia dominar nem controlar; com a habitual malícia da história, foi ultrapassado e deixaram-no moribundo, como um reformado fora das paradas do mundo, possuindo o suficiente para sobreviver, mas demasiado pouco para atingir a glória. E, como os velhos, permanece desesperadamente agarrado a tudo o que possui, numa tentativa desesperada de resistir ao tempo - perspectiva pouco provável.
     Não chegaram os portugueses só às ribeiras do Ganges, como Alexandre; mas passaram e penetraram adiante muito maior comprimento e terras do que há do mesmo Ganges a Macedônia , donde Alexandre tinha saído. Não venceram só a Poro, Rei da Índia, e seus exércitos; mas sujeitaram e fizeram tributárias mais coroas e mais reinos de que Poro tinha cidades. Não navegaram só o mar Índico ou o Eriteu, que é um seio ou braço do Oceano, mas domaram o mesmo Oceano na sua maior largueza e profundidade, aonde ele é mais bravo e mais pujante, mais poderoso e indómito: o Atlântico, o Etiópico, o Pérsico, o Malabárico, e, sobre todos, o Síndico, tão temerosos por seus tufões e tão infame por seus naufrágios. Que perigos não desprezaram? Que dificuldades não venceram? Que terras, que céus, que mares, que climas, que ventos, que Tormentas, que promontórios não contrastaram? Que gentes feras e belicosas não domaram? Que cidades e castelos fortes na terra? Que armadas poderosíssimas no mar não renderam? Que trabalhos, que vigias, que fomes, que sedes, que frios, que calores, que doenças, que mortes não sofreram e suportaram, sem ceder, sem parar, sem tornar atrás, insistindo sempre e indo avante, com mais pertinácia que com instância?
     Mas não obraram todas estas proezas aqueles portugueses famosos por benefício só de seu valor, senão pela confiança e seguro de profecias. Sabiam que tinha Cristo prometido a seu primeiro Rei que os escolhera para argonautas apostólicos de seu Evangelho e para levarem seu nome e fundarem seu império entre gentes remotas e não conhecidas; e esta fé os animava nos trabalhos; esta confiança os sustentava nos perigos; esta luz do futuro era o Norte que os guiava; e esta esperança a âncora e amarra firme, que nas mais desfeitas tempestades os tinha seguros. Padre António Vieira. História do Futuro.
     Para quem mora em Nossa Senhora da Luz dos Pinhais de Curitiba esta foi a nossa história. Tivemos o passado, temos o presente e teremos o futuro na mesma continuidade de tradições.     As gerações passadas triunfaram na glória dos esforços passados que seguem adiante.

Exmo. Sr. Manuel Mira     Foi com grande interesse que li o seu livro, "The Forgotten Portuguese". Como gosto muito destas coisas portuguesas, achei o seu livro fascinante e muito informativo dos nossos antepassados.     Com respeito aos Melungeons, tenho uma filha que reside em Virgínia, numa das sessões que teve com vários "Social Workers", um dos presentes fez-lhe uma pergunta devido ao seu sotaque do Norte, de onde é que veio? Ela respondeu-lhe que era de Rhode Island e descendente de Portugueses. Ele disse-lhe que sua esposa dizia-lhe que também era descendente de Portuguese, Melungeons.
     Quando li os artigos dos Judeus sefárdicos Portugueses e Espanhóis, notei alguns erros principalmente em datas. Paginas 193-195 diz que a *Touro Sinagoga foi fundada em 1673, mas foi em 1763. Também diz que *Aaron Lopes foi um dos fundadores e veio para a América em 1740-1750? Ele veio em 1752, portanto não podia ser fundador
     Também diz que a primeira Sinagoga oficial é *Shearith Israel de Nova York. Para se escrever isto tem que se mencionar a razão. Touro Sinagoga é mais antiga e proclamada Monumento Histórico em 1947 pelo Presidente Harry S. Truman, porque nunca foi remodelada.
Se o Sr. Mira entende reeditar este livro era bom corrigir porque estes pequenos erros dão muito na vista dos que vão ler. Desculpe de mencionar isto mas lá na sua introdução diz que recebe qualquer erro que fez.     
Com a ajuda da minha filha e amigos, escrevi também um livro sob os Judeus sefárdicos Portugueses e Espanhóis na América, que ainda está em copia, algum dia
também será publicado.
     Em 1944, visitei esta Sinagoga Beth Abrabah em Richmond, Virgínia. Falei com o Rabino Lawrence A. Schlesinger que também me disse que tinha sido fundada pelos Judeus sefárdicos Portugueses e Espanhóis, primeiro porque foram eles que abriram o caminho para a América.     Com muito respeito para si e o seu livro. Bem hajam, Humberto D. Carreiro

Sinagoga Touro é o apelido, nome direito é Yeshuat Israel. Em 1820 deram o nome de Touro, para Abraham Touro que contribuiu grandes somas de dinheiro para aguentar a Sinagoga aberta. Shearith Israel foi fundada em 1728.
Aaron Lopes foi um dos fundadores da Touro Sinagoga mas na data de 1763.

Ola amigos,      Onde posso comprar o livro "forgotten portuguese" aqui na area da baia na California? Sera que o Barnes and Noble tem o dito? Parabens por este site.Foi uma agradavel surpresa.Encontrei-o por acaso quando andava a tentar descobrir se o Sam Mendes tinha algo a ver connosco portugueses.Atraves deste site fiquei com a certeza podendo assim acrescentar o seu nome a outros portugueses famosos que tiveram sucesso no estrangeiro.Tambem tenho muito orgulho nos nossos simples imigrantes que sem saberem ler ou escrever e trabalhando muito duramente deram oportunidade aos seus filhos de estudarem e terem uma vida mais agradavel daquela que eles nao poderam usufruir.O meu sogro e um deles e cada vez que o ouco falar e manifestar as suas ideias a maneira de um iletrado corta-me o coracao. Pessoas que tenho encontrado, desde que cheguei ca ha 5anos, e, por causa de um sistema politico criminoso, nao tiveram a sorte de frequentarem a escola!Tantos cerebros desperdicados!!!
     Tenho muito orgulho de ser portuguesa e tento demover as pessoas que conheco que tem vergonha de dizer quem sao os seus ancestrais que acabem com isso e digam em alto e bom som de onde vieram os seus pais e avos.Estou a imprimir tudo o que posso sobre o sucesso da nossa gente para poder dar-lhes a ler e assim acabar de uma vez por todas com os complexos de inferioridade que muita gente nossa ainda tem.Eles foram maltratados e desprezados quando diziam a sua proveniencia p[or isso optaram por esconder quem eram e de onde vieram. E tempo de acabar com isso .Eu tenho o meu marido que sendo filho de uma dessas pessoas nao faz a minima ideia do que nos realizamos por esse mundo fora.Gracas a sites como o vosso dou-lhes a ler tudo o que posso para tomarem conhecimento e sentirem-se orgulhosos de tudo oque e nosso e acabar de uma vez por todas de pensar que so oque e americano e que e bom.Obrigada. --Isabel Camacho

   A recepcao de uma carta do nosso ouvinte Adalino Cabral, suscitou-nos o interesse em visitar o vosso site. Agradavelmente surpreendidos, sentimos o luso orgulho de nos sabermos bem representados por gente que edifica.
--Teresa Morgado, Radio Difusão Portuguese, Portugal.

Caros amigos,  Foi com enorme espanto e alegria que descobri este site....no mesmo dia encontrei e comprei o livro "The Forgotten Portuguese," na Livraria Portuguesa de Toronto, cidade onde habito desde há um ano. Nascido e criado em Lisboa, sempre me despertaram a curiosidade, as epopeias das nossa gentes que, por gosto pela aventura ou por razões propiciadas pela necessidade decidiram um dia sair da terra que os viu nascer para se espalharem pela terra inteira e se tornarem cidadãos do mundo com uma identidade muito própria.     Também eu lhes segui as pegadas, deixando a minha Lisboa há pouco mais de um ano atrás, e por isso passei a desfilar por entre os portugueses da diáspora revivendo os mesmos sonhos deles, descobrindo quem são eles e descobri o que significa ser português. Orgulhei-me muito pelas vossa páginas na www. Elas têm um valor inestimável para quem como eu, partilha de um enorme prazer por este episódios da nossa história bem contemporânea. O livro do autor Manuel Mira - que saúdo desde já - é aliciante, organizado e apaixonante. Quero assim saudar todos os participantes deste projecto, e manifestar-lhes que de já me têm à sua inteira disponibilidade. Exerço a profissão de Senior Graphic Designer. Contando com uma formação e experiência de mais de nove anos em "new   media" e "art director" em várias empresas, nomeadamente na multinacional Young & Rubicam, tenho o maior prazer de oferecer a minha colaboração à Fundação para, gratuitamente e a título de contribuição pessoal, conceptualizar e desenvolver graficamente o que esta mais vier a necessitar (definição e desenvolvimento de corporate identity; logo; graphic promotional material, advertising concept, etc.)      Para já posso afirmar, que tenho noticiado as páginas da Fundação a practicamente todos os meus amigos e conhecidos aqui e em Portugal. A finalizar tenho ainda um questão a pôr à Fundação: Acaso têm conhecimento, de alguma listagem de passageiros de nacionalidade portuguesa, que tenham perecido (ou sobrevivido) na viagem inaugural do Titanic?      Bem hajam. Um abraço fraterno. -- Mário de Almeida
*   *   *
Nomes e Alcunhas Tradicionais de Ílhavo - Cortesia de António Angeja

Abades
Abadessas
Abogões
Abreus
Adões
Adoncas

Adunos

Aflitas

Afonsas

Agras

Agualuzas

Airosas

Alamiças

Alegres

Alegrêtes

Almas

Alões

Altos

Amadores

Amâncias

Anadias

Ançâs

Anchões

Andorinhas

Andrades

Angejas

Argaus

Arrôjas

Arrombas

Aspoínas

Aveiros

Azeiteiros

Badálas

Bagões

Bailicas

Bairradas

Baixinhos

Baixos

Balacós

Balbinas

Balcões

Balseiros

Bancas

Barateiros

Bardajonas

Bárras

Barreiras

Barreirinhas

Barrêtas

Barris

Barrócas

Barrumas

Bastiões

Bateis

Beatas

Begias

Beijinhas

Belas

Bernardas

Bestas

Besurnos

Bezêrros

Bicancas

Bicas

Bichinhas

Bigões

Bilelas

Bingres

Bios

Biscaias

Bispos

Bitaras

Bitólas

Bixirões

Bixões

Bizarros

Bôdas

Boias

Bólinas

Bonitos

Borrachas

Borralhos

Borrões

Botas

Boticas

Brancos

Brazes

Brilhantas

Brincas

Brizidas

Bucacas

Bufas

Bujões

Bulés

Burricas

Burroãs

Bustracas

Búzios

Cabêlas

Cabêlas

Cabões

Caçadas

Caçaluças

Cachins

Cacias

Caçôas

Caçólas

Cadêtas

Caganitas

Cagões

Cagulas

Caiados

Caícos

Caipiras

Caixinhas

Caixotes

Cajeiras

Calatrós

Calceteiras

Calcinhas

Calélas

Calistos

Calões

Calvas

Camaradas

Camarõas

Camones

Campanhãs

Campanudas

Campinos

Campontas

Canastreiras

Cangas

Canhas

Canhólas

Canitos

Canussas

Capelas

Capelas

Capelôas

Capitoas

Capotes

Capuchos

Caquinhas

Caracôlas

Caralhotas

Caramonetes

Carapaus

Caravelas

Cardantas

Cardósas

Carecas

Carlótas

Carólas

Carólas

Carolinos

Carranchas

Carrapatos

Carrapichanas

Carrilos

Cartaxas

Carvalhas

Casais

Cascais

Cascas

Caseiros

Casqueiras

Cassanas

Castanhas

Castelos

Catarinos

Catôas

Catões

Catracegos

Catralvas

Catrapoilos

Catres

Catrinas

Caveiras

Cavilhas

Caxeiras

Cêdas

Ceguinhos

Celestinos

Cercagatas

Chambras

Chanças

Chapeleiros

Chapéus de Ferro

Charlins

Charrocos

Charutos

Cherrovias

Chibantas

Chichárras

Chimpônas

Choncádoncas

Chuvas

Ciganas

Claros

Côdeas

Codins

Códres

Coitadas

Coitos

Comuas

Cónegos

Cordoeiros

Corujos

Coutos

Covas

Coveiras

Cravos

Crioulos

Cristianos

Crócas

Crósses

Cruas

Cubitas
Curados

Curas

Cutêtos

 

 

 

 

 

 

Damas

Deusas

Dônanas

Durões

Ervilhas

Escaldas

Escarumbas

Escudeiras

Esmeradas

Espigas

Esporêtos

Ésses

Estrumentas

Facas

Fachadas

Facõs

Fadoanhas

Fardocas

Farinheiras

Faustinos

Favas

Fazendas

Felícios

Félix

Felizardas

Fênas

Fermentas

Ferragundas

Ferreiros

Fés

Firmezas

Fitas

Flávias

Fontões

Fortes Homens

Fortunatas

Frades

Fradinhos

Fragatas

Fragatas

Fragozos

Franjôas

Fufas

Furões

Furões

Gabrielas

Gafanhões

Gágas

Gaguinhas

Gaios

Gaitas

Gaiteiros

Gaivorinhas

Gaivotas

Galantas

Galinheiras

Ganilhos

Garoipas

Gateiras

Gatos Bravos

Gazilas

Gerovias

Gestas

Ghinchas

Gordinhos

Gordos

Graças

Gralhas

Grandes

Gravatos

Grêgos

Grilas

Gueiras

Guerras

Guimárias

Guinas

Imaginários

Jacobinas

Jacós

Jalecas

Janicas

Janótas

Janrinhos

Jaquinas

Jétos

Labrêgos

Labrinchas

Labriscas

Lalos

Lamarões

Lanchas

Laráxas

Laricos

Larindos

Larunchos

Lás

Lãs

Lãs Brancas

Laus

Lavados

Lavancas

Lavradores

Lavrares

Lebres

Leites

Lérias

Lés

Limeiras

Linguiças

Loretos

Loureiros

Lúcias

Luzios

Machados

Madaís

Madalenas

Madeiras

Maganos

Magros

Maias

Malácas

Malaquias

Málhas

Malócas

Maltas

Malucas

Mamilos

Manêtas

Mangônas

Mangueiras

Manicas

Manos

Manquinhos

Manulos

Marácas

Maranos

Marçalos

Marcelas

Marcílios

Marianas

Marieiros

Marieiros

Marmelas

Marnotos

Marqueses

Martas

Marucas

Marujos

Mascatos

Masmárras

Mastragos

Mateiros

Matias

Matrôcos

Mauricios

Mazôrras

Melões

Melos

Menícios

Messias

Micaelas

Mimósas

Miôtos

Mirões

Mnêtas

Môchos

Modestas

Moiras

Moitas

Moleiros

Mónicas

Morgados

Mudas

Namorados

Nascas

Negócios

Netos

Nichos

Ninas

Nitos

Nôchos

Noias

Nordestes

Nôros

Nortes

Núcias

Nunos

Pachachos

Pachônas

Paciências

Padeiros

Padinhas

Padres

Pagônas

Paiés

Paiões

Pairufas

Paixões

Palhaceiras

Palos

Panelas

Pápas

Papoilas

Paquicas

Paradas

Parcópios

Pardais

Pardálas

Parôlas

Paroleiros

Parracás

Parrachos

Pascoais

 

 

 

Páscoas

Pastoras

Patacões

Patacos

Patanecas

Patanécas

Patas

Patélas

Patoilos

Patos

Patrões

Patuleias

Pauseiros

Pauzinhos

Pecilios

Pecuchas

Pedras

Pefreiros

Peixes

Peixinhos

Peixotos

Peladas

Peles

Pelicas

Penas

Peneireiros

Penicheiras

Pequenos

Peraltas

Pericões

Pernicas

Perpétuas

Perqueixas

Perulas

Pessôas

Pestaltiras

Petingas Pessegálas

Piãs

Picados

Picoitos

Piedades

Pinas

Pincarinhas

Pinguêlos

Pinheiros

Pintas

Pintas Cristos

Pintassilgos

Piôlhas

Piôrras

Piorros

Pios

Piscas

Pissoquinhas

Pistolas

Pitatos

Pités

Planetas

Pólas

Ponceleôas

Ponchas

Porrazanas

Possidónios

Praias

Prantas

Pratas

Prazeres

Prêtas

Prinas

Prioras

Purezos

 

Quelinas

Quêquês

Quininhas

Quintaneiros

Quintas

Quinteles

Quintinos

Rabaçais

Rabitos

Rabões

Rabudos

Rádios

Radolas

Rafeiros

Rainhas

Ramalheiras

Ramalhetes

Ramísias

Ramisotes

Ranhósas

Rapôsos

Ratinhos

Ratólas

Ratos

Razoilos

Rebôchos

Rebolas

Reçoeiros

Redondos

Reepôlhas

Regalados

Reis

Relvas

Rendidas

Rés

Ribas

Ribeiras

Ricócas

Rigueiras

Rinhórias

Ritas

Ritos

Robalos

Rões

Rôlas

Roldões

Rolinhas

Rôncas

Rosalinos

Rosquilhas

Roxeiros

Rufias

Ruivos

Russos

Sachaleiras

Sacramentos

Salgadas

Salgueiros

Salsas

Saltas

Saltinhas

Saltõas

Saltões

Salvadorinos

Samagaios

Sanduns

Santanas

Santiagos

Sapatas

Saraivas

Saramagos

Sarricos

Semiôas

Sênos

Serafinas

Serênas

Serradeiros

Serralheiros

Serranos

Serrões

Silvas

Sôlhas

Sônas

Sucos

Suspiros

Tamanqueiros

Tanôcos

Tanoeiros

Tarrincas

Tascas

Teigas

Teles

Temidos

Tendeiros

Torrões

Touregas

Trambelhas

Trancadas

Tranquinas

Travões

Trigas

Trincos

Trólarós

Tronchos

Trovisqueiras

Tunas

Tupetes

Vagos

Vagueiras

Valentes

Valêtas

Vareiros

Varinas

Vassouras

Vaz

Veigas

Velázias

Velhas

Venâncios

Verdades

Vermelhos

Vianesas

Vicências

Vidas

Vieiras

Vilelas

Vilões

Vinagres

Vinhateiros

Vinhos

Vintens

Vintoitos

Violantes

Violas

Vizinhos

Xanatas

Xassas

Xinas

Xizes

Xóxas

Zagalos

Zanas

Zezôas

Zucas