|
|
Estudos de Genealogia: Histórias sobre a genealogia portuguesa antes do século vinte são bem-vindas. As cartas serão colocadas nesta página. Por favor, note que o objectivo desta página não é fornecer dados Genealógicos, muitos dos quais só podem ser obtidos de peritos em Genealogia. Sugerimos que assine o "Fórum Português" enviando um
*** Desejo um bom dia para todos os portugueses da sua cidade e do mundo. Eu tambem sou filho de emigrante na França, o meu pai chegou à França em 1965, e agora com o tempo passado, penso em todos os portugueses no mundo. Estou muito contente por ver que uma pequena terra como Portugal tem filhos em todos os paises e que continuamos a falar a lingua da terra onde nascemos. O nosso coração ainda bate à volta do Tejo e do Douro, e a cantar o fado. Tantas saudades da nossa terra. VIVA Portugal e os portugueses Cesar, França *** Senhores, Recebam meus respeitosos cumprimentos por manterem um manterial informativo tão rico e útil. Sou brasileiro, jornalista de agricultura, e tenho muito interesse em informações históricas como essas que vocês apresentam. Pena, muita pena, que o grande público ainda não tenha cultura para entender melhor o papel de Portugal, de sua gente, dos cristãos-novos e judeus, na conquista do mundo! Mas gostei muito também das crônicas pessoais do Dr. Manuel Luciano, grande espírito culto e humanista. Grande abraço. Parabéns. José Carlos Costa de Andrade ***
Senhor Manuel Mira, *** Parabéns é um excelente sitio, depois de correr na internet onde tenho encontrado Portugueses de origem.
Mesmo nos sitios mais impensaveis,
no Hawaii uma grande maioria são
de descendência
Portuguesa Açoreana e d'Aveiro,
encontrei também
nos Camarões,
no Canadá o
primeiro correio mor era
portugues, soube por
um jornalista d'um journal Francofone de nome Da Silva,
e tem uma grande medalha perto da catedral Notre-Dame
em Montreal.
A primeira synagogue
foi feita por judeus Portugueses e Espanhois,vou parar para
nâo ser aborrecido,só
que na grande pintura o soldado que tem a bandeira ao lado
de George Wasgington,
pensa-se que tambem era
Português.
Manuel Martins, Canadá Exmos senhores. Soube há muito pouco tempo das questões que se levantam com os chamados Melungos, nomeadamente a sua possível decendencia berber/portuguesa. O facto de em finais de Fev. 2004 ir a Marrocos, exactamnete á parte do deserto (Merzouga/Zagora), onde sempre viveu o povo Berber, ainda mais despertou a minha curiosidade. Nesta viagem irei visitar algumas bibliotecas, uma vez que sou bibliotecário de profissão (exerço actualmemte funções no Ministerio da Justiça), embora a minha deslocação seja meramente turistica. Note-se que não sou historiador mas apenas um curioso da lusofonia, inclusive morei em Macu e em Angola durante muitos anos: fui bibliotecário da Universidade de Macau. Como breve descrição minha, direi também que tenho 52 anos e que moro em Lisboa. Venho escrever-lhes para me disponibilizar a qualquer apoio que precisem de mim, em Portugal ou mais imediatamente em Marocos, nomeadamente algum contacto que deseje faça directamente. Esperando por contacto vosso, apresento os meus melhores cumprimentos, Joaquim Correia . ps-sobre os Melungos ou Melungeons foi a referência ao livro do senhor Manuel Mira que me alertou para a questão, de que, confesso, nunca tinha ouvido falar... *** Caro Sr. Correia, peço desculpa de só agora responder à sua amavel email. Devido à quantidade de email, nem sempre me é possivel responder rapidamente. A ligação dos Melungos com o povo Berbere é algo que ainda não foi provado mas existe boas indicações que existem ligações através dos Portugueses. Agradeço sempre qualquer informação adicional que possa ser incorporada numa futura edição. Espero que a sua viagem a Marrocos tenha sido agradável. Cumprimentos Manuel Mira, North Carolina, USA *** Ao ler numa revista portuguesa um artigo sobre os MELUNGAS fiquei curioso porque pertenço a um povo - OS ILHAVOS - que vierem para perto da RIA DE AVEIRO no sec VIII AC vindos da Ásia Menor (pelasgos pré helénicos - JÓNICOS????) e que quando sentiam dificuldades partiam. Vocês procuraram em Lisboa dados sobre navios que pudessem partir para a América. A Ria de Aveiro tinha no Sec XVI setenta navios na pesca do bacalhau e Lisboa não sabia. Os Ilhavos nos SeC XVII XVIII e XIX partiram daqui e criaram várias povoações novas ao longo do litoral português. Ilhavo é uma das maiores comunidades portuguesas nos USA. Por exemplo o meu nome é tipico daqui e há hoje muitos americanos descendentes de Ilhavos com esse nome (ver outra pagina). Amigo nós somos um povo aventureiro de costumes muito próprios e fechados que estamos um pouco por todo o mundo. De qualquer modo isto não quer dizer que somos a origem dos MELUNGAS, mas é possível e eu tenho alguns indícios para ir comparando - Nomes e alcunhas típicas, roupas, maneira de falar, utilização do cão de água. |
Hoje envio-vos os nomes típicos em
anexo, Cumprimentos, Angeja (N.R. ver lista em baixo)
Parabens
pela vossa homepage sou pintora açoriana residente no continente e gostei de ter
conhecimento do vosso site, com um abraço amigo lena gal.
Helena Amaral
De: Aguinaldo Ribeiro da Cunha Filho, São
Paulo, Brasil
Prezado Manuel, parabéns pelo belo trabalho que, pelo
visto, a Fundação está a fazer na América. Fiquei interessado nos livros sobre o papel
dos portugueses na formação dos Estados Unidos. Como obtê-los, preço, editora etc? E
julgo que livros semelhantes, relativos aos demais países da América do Sul (com
exceção do Brasil) seriam excelentes, utilíssimos.
Digo com exceção do Brasil porque a relação especial,
profunda, fraterna e ao mesmo tempo filial, desse País com Portugal, sugerem estudos de
outra espécie - a meu ver - mais aprofundados. Afinal, aqui no Brasil os portugueses não
têm apenas "um papel", mas fundaram o País, o sangue português corre nas
veias da maioria dos brasileiros e a cultura / língua / religião / tradições
portuguesas estão fortemente presentes em todos os cantos do Brasil. Saudações
De: Luiz da Câmara Leme de Portugal e de
Ricardo da Costa Oliveira do Brasil
"O Império Marítimo Português 1415 - 1825" de C. R. Boxer (Edições 70 )
ISBN - 972 - 44 - 0846 - 9
O prefácio termina assim: Por um preço terrível, Portugal
abriu as portas a um mundo vasto, que não podia dominar nem controlar; com a habitual
malícia da história, foi ultrapassado e deixaram-no moribundo, como um reformado fora
das paradas do mundo, possuindo o suficiente para sobreviver, mas demasiado pouco para
atingir a glória. E, como os velhos, permanece desesperadamente agarrado a tudo o que
possui, numa tentativa desesperada de resistir ao tempo - perspectiva pouco provável.
Não chegaram os portugueses só às ribeiras do Ganges,
como Alexandre; mas passaram e penetraram adiante muito maior comprimento e terras do que
há do mesmo Ganges a Macedônia , donde Alexandre tinha saído. Não venceram só a Poro,
Rei da Índia, e seus exércitos; mas sujeitaram e fizeram tributárias mais coroas e mais
reinos de que Poro tinha cidades. Não navegaram só o mar Índico ou o Eriteu, que é um
seio ou braço do Oceano, mas domaram o mesmo Oceano na sua maior largueza e profundidade,
aonde ele é mais bravo e mais pujante, mais poderoso e indómito: o Atlântico, o
Etiópico, o Pérsico, o Malabárico, e, sobre todos, o Síndico, tão temerosos por seus
tufões e tão infame por seus naufrágios. Que perigos não desprezaram? Que dificuldades
não venceram? Que terras, que céus, que mares, que climas, que ventos, que Tormentas,
que promontórios não contrastaram? Que gentes feras e belicosas não domaram? Que
cidades e castelos fortes na terra? Que armadas poderosíssimas no mar não renderam? Que
trabalhos, que vigias, que fomes, que sedes, que frios, que calores, que doenças, que
mortes não sofreram e suportaram, sem ceder, sem parar, sem tornar atrás, insistindo
sempre e indo avante, com mais pertinácia que com instância?
Mas não obraram todas estas proezas aqueles portugueses
famosos por benefício só de seu valor, senão pela confiança e seguro de profecias.
Sabiam que tinha Cristo prometido a seu primeiro Rei que os escolhera para argonautas
apostólicos de seu Evangelho e para levarem seu nome e fundarem seu império entre gentes
remotas e não conhecidas; e esta fé os animava nos trabalhos; esta confiança os
sustentava nos perigos; esta luz do futuro era o Norte que os guiava; e esta esperança a
âncora e amarra firme, que nas mais desfeitas tempestades os tinha seguros. Padre
António Vieira. História do Futuro.
Para quem mora em Nossa Senhora da Luz dos Pinhais de
Curitiba esta foi a nossa história. Tivemos o passado, temos o presente e teremos o
futuro na mesma continuidade de tradições. As gerações
passadas triunfaram na glória dos esforços passados que seguem adiante.
Exmo. Sr.
Manuel Mira Foi com grande interesse que li o seu livro,
"The Forgotten Portuguese". Como gosto muito destas coisas portuguesas, achei o
seu livro fascinante e muito informativo dos nossos antepassados.
Com respeito aos Melungeons, tenho uma filha que reside em
Virgínia, numa das sessões que teve com vários "Social Workers", um dos
presentes fez-lhe uma pergunta devido ao seu sotaque do Norte, de onde é que veio? Ela
respondeu-lhe que era de Rhode Island e descendente de Portugueses. Ele disse-lhe que sua
esposa dizia-lhe que também era descendente de Portuguese, Melungeons.
Quando li os artigos dos Judeus sefárdicos Portugueses e
Espanhóis, notei alguns erros principalmente em datas. Paginas 193-195 diz que a *Touro
Sinagoga foi fundada em 1673, mas foi em 1763. Também diz que *Aaron Lopes foi um dos
fundadores e veio para a América em 1740-1750? Ele veio em 1752, portanto não podia ser
fundador
Também diz que a primeira Sinagoga oficial é *Shearith
Israel de Nova York. Para se escrever isto tem que se mencionar a razão. Touro Sinagoga
é mais antiga e proclamada Monumento Histórico em 1947 pelo Presidente Harry S. Truman,
porque nunca foi remodelada. Se o Sr. Mira entende reeditar este livro era bom corrigir porque
estes pequenos erros dão muito na vista dos que vão ler. Desculpe de mencionar isto mas
lá na sua introdução diz que recebe qualquer erro que
fez.
Com a ajuda da minha filha e amigos, escrevi também um livro sob os Judeus sefárdicos
Portugueses e Espanhóis na América, que ainda está em copia, algum dia também será publicado.
Em 1944, visitei esta Sinagoga Beth Abrabah em Richmond,
Virgínia. Falei com o Rabino Lawrence A. Schlesinger que também me disse que tinha sido
fundada pelos Judeus sefárdicos Portugueses e Espanhóis, primeiro porque foram eles que
abriram o caminho para a América. Com muito respeito para si
e o seu livro. Bem hajam, Humberto D. Carreiro
Sinagoga Touro é o apelido, nome direito é Yeshuat Israel. Em 1820
deram o nome de Touro, para Abraham Touro que contribuiu grandes somas de dinheiro para
aguentar a Sinagoga aberta. Shearith Israel foi fundada em 1728.
Aaron Lopes foi um dos fundadores da Touro
Sinagoga mas na data de 1763.
Ola
amigos, Onde
posso comprar o livro "forgotten portuguese" aqui na area da baia na California?
Sera que o Barnes and Noble tem o dito? Parabens por este site.Foi uma agradavel
surpresa.Encontrei-o por acaso quando andava a tentar descobrir se o Sam Mendes tinha algo
a ver connosco portugueses.Atraves deste site fiquei com a certeza podendo assim
acrescentar o seu nome a outros portugueses famosos que tiveram sucesso no
estrangeiro.Tambem tenho muito orgulho nos nossos simples imigrantes que sem saberem ler
ou escrever e trabalhando muito duramente deram oportunidade aos seus filhos de estudarem
e terem uma vida mais agradavel daquela que eles nao poderam usufruir.O meu sogro e um
deles e cada vez que o ouco falar e manifestar as suas ideias a maneira de um iletrado
corta-me o coracao. Pessoas que tenho encontrado, desde que cheguei ca ha 5anos, e, por
causa de um sistema politico criminoso, nao tiveram a sorte de frequentarem a
escola!Tantos cerebros desperdicados!!!
Tenho muito orgulho de ser portuguesa e tento demover as
pessoas que conheco que tem vergonha de dizer quem sao os seus ancestrais que acabem com
isso e digam em alto e bom som de onde vieram os seus pais e avos.Estou a imprimir tudo o
que posso sobre o sucesso da nossa gente para poder dar-lhes a ler e assim acabar de uma
vez por todas com os complexos de inferioridade que muita gente nossa ainda tem.Eles foram
maltratados e desprezados quando diziam a sua proveniencia p[or isso optaram por esconder
quem eram e de onde vieram. E tempo de acabar com isso .Eu tenho o meu marido que sendo
filho de uma dessas pessoas nao faz a minima ideia do que nos realizamos por esse mundo
fora.Gracas a sites como o vosso dou-lhes a ler tudo o que posso para tomarem conhecimento
e sentirem-se orgulhosos de tudo oque e nosso e acabar de uma vez por todas de pensar que
so oque e americano e que e bom.Obrigada. --Isabel Camacho
A recepcao de uma carta do
nosso ouvinte Adalino Cabral, suscitou-nos o interesse em visitar o vosso site.
Agradavelmente surpreendidos, sentimos o luso orgulho de nos sabermos bem representados
por gente que edifica.
--Teresa Morgado,
Radio Difusão Portuguese, Portugal.
Abades Adunos Aflitas Afonsas Agras Agualuzas Airosas Alamiças Alegres Alegrêtes Almas Alões Altos Amadores Amâncias Anadias Ançâs Anchões Andorinhas Andrades Angejas Argaus Arrôjas Arrombas Aspoínas Aveiros Azeiteiros Badálas Bagões Bailicas Bairradas Baixinhos Baixos Balacós Balbinas Balcões Balseiros Bancas Barateiros Bardajonas Bárras Barreiras Barreirinhas Barrêtas Barris Barrócas Barrumas Bastiões Bateis Beatas Begias Beijinhas Belas Bernardas Bestas Besurnos Bezêrros Bicancas Bicas Bichinhas Bigões Bilelas Bingres Bios Biscaias Bispos Bitaras Bitólas Bixirões Bixões Bizarros Bôdas Boias Bólinas Bonitos Borrachas Borralhos Borrões Botas Boticas Brancos Brazes Brilhantas Brincas Brizidas Bucacas Bufas Bujões Bulés Burricas Burroãs Bustracas Búzios Cabêlas Cabêlas Cabões Caçadas Caçaluças Cachins Cacias Caçôas Caçólas Cadêtas Caganitas Cagões Cagulas Caiados Caícos Caipiras Caixinhas Caixotes Cajeiras Calatrós Calceteiras Calcinhas Calélas Calistos Calões Calvas Camaradas Camarõas Camones Campanhãs Campanudas Campinos Campontas Canastreiras Cangas Canhas Canhólas Canitos Canussas Capelas Capelas Capelôas Capitoas Capotes Capuchos Caquinhas Caracôlas Caralhotas Caramonetes Carapaus Caravelas Cardantas Cardósas Carecas Carlótas Carólas Carólas Carolinos Carranchas Carrapatos Carrapichanas Carrilos Cartaxas Carvalhas Casais Cascais Cascas Caseiros Casqueiras Cassanas Castanhas Castelos Catarinos Catôas Catões Catracegos Catralvas Catrapoilos Catres Catrinas Caveiras Cavilhas Caxeiras Cêdas Ceguinhos Celestinos Cercagatas Chambras Chanças Chapeleiros Chapéus de Ferro Charlins Charrocos Charutos Cherrovias Chibantas Chichárras Chimpônas Choncádoncas Chuvas Ciganas Claros Côdeas Codins Códres Coitadas Coitos Comuas Cónegos Cordoeiros Corujos Coutos Covas Coveiras Cravos Crioulos Cristianos Crócas Crósses Cruas Cubitas Curas Cutêtos
|
Damas Deusas Dônanas Durões Ervilhas Escaldas Escarumbas Escudeiras Esmeradas Espigas Esporêtos Ésses Estrumentas Facas Fachadas Facõs Fadoanhas Fardocas Farinheiras Faustinos Favas Fazendas Felícios Félix Felizardas Fênas Fermentas Ferragundas Ferreiros Fés Firmezas Fitas Flávias Fontões Fortes Homens Fortunatas Frades Fradinhos Fragatas Fragatas Fragozos Franjôas Fufas Furões Furões Gabrielas Gafanhões Gágas Gaguinhas Gaios Gaitas Gaiteiros Gaivorinhas Gaivotas Galantas Galinheiras Ganilhos Garoipas Gateiras Gatos Bravos Gazilas Gerovias Gestas Ghinchas Gordinhos Gordos Graças Gralhas Grandes Gravatos Grêgos Grilas Gueiras Guerras Guimárias Guinas Imaginários Jacobinas Jacós Jalecas Janicas Janótas Janrinhos Jaquinas Jétos Labrêgos Labrinchas Labriscas Lalos Lamarões Lanchas Laráxas Laricos Larindos Larunchos Lás Lãs Lãs Brancas Laus Lavados Lavancas Lavradores Lavrares Lebres Leites Lérias Lés Limeiras Linguiças Loretos Loureiros Lúcias Luzios Machados Madaís Madalenas Madeiras Maganos Magros Maias Malácas Malaquias Málhas Malócas Maltas Malucas Mamilos Manêtas Mangônas Mangueiras Manicas Manos Manquinhos Manulos Marácas Maranos Marçalos Marcelas Marcílios Marianas Marieiros Marieiros Marmelas Marnotos Marqueses Martas Marucas Marujos Mascatos Masmárras Mastragos Mateiros Matias Matrôcos Mauricios Mazôrras Melões Melos Menícios Messias Micaelas Mimósas Miôtos Mirões Mnêtas Môchos Modestas Moiras Moitas Moleiros Mónicas Morgados Mudas Namorados Nascas Negócios Netos Nichos Ninas Nitos Nôchos Noias Nordestes Nôros Nortes Núcias Nunos Pachachos Pachônas Paciências Padeiros Padinhas Padres Pagônas Paiés Paiões Pairufas Paixões Palhaceiras Palos Panelas Pápas Papoilas Paquicas Paradas Parcópios Pardais Pardálas Parôlas Paroleiros Parracás Parrachos Pascoais
|
Páscoas Pastoras Patacões Patacos Patanecas Patanécas Patas Patélas Patoilos Patos Patrões Patuleias Pauseiros Pauzinhos Pecilios Pecuchas Pedras Pefreiros Peixes Peixinhos Peixotos Peladas Peles Pelicas Penas Peneireiros Penicheiras Pequenos Peraltas Pericões Pernicas Perpétuas Perqueixas Perulas Pessôas Pestaltiras Petingas Pessegálas Piãs Picados Picoitos Piedades Pinas Pincarinhas Pinguêlos Pinheiros Pintas Pintas Cristos Pintassilgos Piôlhas Piôrras Piorros Pios Piscas Pissoquinhas Pistolas Pitatos Pités Planetas Pólas Ponceleôas Ponchas Porrazanas Possidónios Praias Prantas Pratas Prazeres Prêtas Prinas Prioras Purezos
Quelinas Quêquês Quininhas Quintaneiros Quintas Quinteles Quintinos Rabaçais Rabitos Rabões Rabudos Rádios Radolas Rafeiros Rainhas Ramalheiras Ramalhetes Ramísias Ramisotes Ranhósas Rapôsos Ratinhos Ratólas Ratos Razoilos Rebôchos Rebolas Reçoeiros Redondos Reepôlhas Regalados Reis Relvas Rendidas Rés Ribas Ribeiras Ricócas Rigueiras Rinhórias Ritas Ritos Robalos Rões Rôlas Roldões Rolinhas Rôncas Rosalinos Rosquilhas Roxeiros Rufias Ruivos Russos Sachaleiras Sacramentos Salgadas Salgueiros Salsas Saltas Saltinhas Saltõas Saltões Salvadorinos Samagaios Sanduns Santanas Santiagos Sapatas Saraivas Saramagos Sarricos Semiôas Sênos Serafinas Serênas Serradeiros Serralheiros Serranos Serrões Silvas Sôlhas Sônas Sucos Suspiros Tamanqueiros Tanôcos Tanoeiros Tarrincas Tascas Teigas Teles Temidos Tendeiros Torrões Touregas Trambelhas Trancadas Tranquinas Travões Trigas Trincos Trólarós Tronchos Trovisqueiras Tunas Tupetes Vagos Vagueiras Valentes Valêtas Vareiros Varinas Vassouras Vaz Veigas Velázias Velhas Venâncios Verdades Vermelhos Vianesas Vicências Vidas Vieiras Vilelas Vilões Vinagres Vinhateiros Vinhos Vintens Vintoitos Violantes Violas Vizinhos Xanatas Xassas Xinas Xizes Xóxas Zagalos Zanas Zezôas Zucas |




