Ao ler numa revista portuguesa um artigo sobre os MELUNGAS fiquei curioso porque pertenço a um povo - OS ILHAVOS - que vierem para perto da RIA DE AVEIRO no sec VIII AC vindos da Ásia Menor (pelasgos pré helénicos - JÓNICOS????) e que quando sentiam dificuldades partiam. Vocês procuraram em Lisboa dados sobre navios que pudessem partir para a América. A Ria de Aveiro  tinha no Sec XVI setenta navios na pesca do bacalhau e Lisboa não sabia. Os Ilhavos nos SeC XVII XVIII e XIX partiram daqui e criaram várias povoações novas ao longo do litoral português. Ilhavo é uma das maiores comunidades portuguesas nos USA. Por exemplo o meu nome é tipico daqui e há hoje muitos americanos descendentes de Ilhavos com esse nome (ver outra pagina).
Amigo nós somos um povo aventureiro de costumes muito próprios e fechados que estamos um pouco por todo o mundo. De qualquer modo isto não quer dizer que somos a origem dos MELUNGAS, mas é possível e eu tenho alguns indícios para ir comparando - Nomes e alcunhas típicas, roupas, maneira de falar, utilização do cão de água.

 Hoje envio-vos os nomes típicos em anexo, Cumprimentos, Angeja (N.R. ver lista em baixo)

Achei a sua oferta no radioportugal.org, o qual estou a gostar muito. D.S.
Amigos, Me mande uma copia de "Os Portugueses na Formação da América", se faz favor. Cheque incluido. Obrigado, Douglas Schmolze, Massachussets.

Parabens pela vossa homepage sou pintora açoriana residente no continente e gostei de ter conhecimento do vosso site, com um abraço amigo lena gal. Helena Amaral

De: Aguinaldo Ribeiro da Cunha Filho, São Paulo, Brasil 
     Prezado Manuel, parabéns pelo belo trabalho que, pelo visto, a Fundação está a fazer na América. Fiquei interessado nos livros sobre o papel dos portugueses na formação dos Estados Unidos. Como obtê-los, preço, editora etc? E julgo que livros semelhantes, relativos aos demais países da América do Sul (com exceção do Brasil) seriam excelentes, utilíssimos.
     Digo com exceção do Brasil porque a relação especial, profunda, fraterna e ao mesmo tempo filial, desse País com Portugal, sugerem estudos de outra espécie - a meu ver - mais aprofundados. Afinal, aqui no Brasil os portugueses não têm apenas "um papel", mas fundaram o País, o sangue português corre nas veias da maioria dos brasileiros e a cultura / língua / religião / tradições portuguesas estão fortemente presentes em todos os cantos do Brasil.  Saudações

De: Luiz da Câmara Leme de Portugal e de Ricardo da Costa Oliveira do Brasil
"O Império Marítimo Português 1415 - 1825" de C. R. Boxer (Edições 70 ) ISBN - 972 - 44 - 0846 - 9 
O prefácio termina assim:     Por um preço terrível, Portugal abriu as portas a um mundo vasto, que não podia dominar nem controlar; com a habitual malícia da história, foi ultrapassado e deixaram-no moribundo, como um reformado fora das paradas do mundo, possuindo o suficiente para sobreviver, mas demasiado pouco para atingir a glória. E, como os velhos, permanece desesperadamente agarrado a tudo o que possui, numa tentativa desesperada de resistir ao tempo - perspectiva pouco provável.
     Não chegaram os portugueses só às ribeiras do Ganges, como Alexandre; mas passaram e penetraram adiante muito maior comprimento e terras do que há do mesmo Ganges a Macedônia , donde Alexandre tinha saído. Não venceram só a Poro, Rei da Índia, e seus exércitos; mas sujeitaram e fizeram tributárias mais coroas e mais reinos de que Poro tinha cidades. Não navegaram só o mar Índico ou o Eriteu, que é um seio ou braço do Oceano, mas domaram o mesmo Oceano na sua maior largueza e profundidade, aonde ele é mais bravo e mais pujante, mais poderoso e indómito: o Atlântico, o Etiópico, o Pérsico, o Malabárico, e, sobre todos, o Síndico, tão temerosos por seus tufões e tão infame por seus naufrágios. Que perigos não desprezaram? Que dificuldades não venceram? Que terras, que céus, que mares, que climas, que ventos, que Tormentas, que promontórios não contrastaram? Que gentes feras e belicosas não domaram? Que cidades e castelos fortes na terra? Que armadas poderosíssimas no mar não renderam? Que trabalhos, que vigias, que fomes, que sedes, que frios, que calores, que doenças, que mortes não sofreram e suportaram, sem ceder, sem parar, sem tornar atrás, insistindo sempre e indo avante, com mais pertinácia que com instância?
     Mas não obraram todas estas proezas aqueles portugueses famosos por benefício só de seu valor, senão pela confiança e seguro de profecias. Sabiam que tinha Cristo prometido a seu primeiro Rei que os escolhera para argonautas apostólicos de seu Evangelho e para levarem seu nome e fundarem seu império entre gentes remotas e não conhecidas; e esta fé os animava nos trabalhos; esta confiança os sustentava nos perigos; esta luz do futuro era o Norte que os guiava; e esta esperança a âncora e amarra firme, que nas mais desfeitas tempestades os tinha seguros. Padre António Vieira. História do Futuro.
     Para quem mora em Nossa Senhora da Luz dos Pinhais de Curitiba esta foi a nossa história. Tivemos o passado, temos o presente e teremos o futuro na mesma continuidade de tradições.     As gerações passadas triunfaram na glória dos esforços passados que seguem adiante.

Exmo. Sr. Manuel Mira     Foi com grande interesse que li o seu livro, "The Forgotten Portuguese". Como gosto muito destas coisas portuguesas, achei o seu livro fascinante e muito informativo dos nossos antepassados.     Com respeito aos Melungeons, tenho uma filha que reside em Virgínia, numa das sessões que teve com vários "Social Workers", um dos presentes fez-lhe uma pergunta devido ao seu sotaque do Norte, de onde é que veio? Ela respondeu-lhe que era de Rhode Island e descendente de Portugueses. Ele disse-lhe que sua esposa dizia-lhe que também era descendente de Portuguese, Melungeons.
     Quando li os artigos dos Judeus sefárdicos Portugueses e Espanhóis, notei alguns erros principalmente em datas. Paginas 193-195 diz que a *Touro Sinagoga foi fundada em 1673, mas foi em 1763. Também diz que *Aaron Lopes foi um dos fundadores e veio para a América em 1740-1750? Ele veio em 1752, portanto não podia ser fundador
     Também diz que a primeira Sinagoga oficial é *Shearith Israel de Nova York. Para se escrever isto tem que se mencionar a razão. Touro Sinagoga é mais antiga e proclamada Monumento Histórico em 1947 pelo Presidente Harry S. Truman, porque nunca foi remodelada.
Se o Sr. Mira entende reeditar este livro era bom corrigir porque estes pequenos erros dão muito na vista dos que vão ler. Desculpe de mencionar isto mas lá na sua introdução diz que recebe qualquer erro que fez.     
Com a ajuda da minha filha e amigos, escrevi também um livro sob os Judeus sefárdicos Portugueses e Espanhóis na América, que ainda está em copia, algum dia
também será publicado.
     Em 1944, visitei esta Sinagoga Beth Abrabah em Richmond, Virgínia. Falei com o Rabino Lawrence A. Schlesinger que também me disse que tinha sido fundada pelos Judeus sefárdicos Portugueses e Espanhóis, primeiro porque foram eles que abriram o caminho para a América.     Com muito respeito para si e o seu livro. Bem hajam, Humberto D. Carreiro

Sinagoga Touro é o apelido, nome direito é Yeshuat Israel. Em 1820 deram o nome de Touro, para Abraham Touro que contribuiu grandes somas de dinheiro para aguentar a Sinagoga aberta. Shearith Israel foi fundada em 1728.
Aaron Lopes foi um dos fundadores da Touro Sinagoga mas na data de 1763.

 

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  • Updated:
    November 18, 2011