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Crítica Literária  The Forgotten Portuguese - Os Portugueses na Formação da América - The Portuguese Making of America

"The Portuguese Making of America"

Caro manuel Mira,

Muito honrado com o seu e-mail, informo-o que recebi o livro de que é autor e que tem muitissimo interesse! Até já o mostrei a alguns amigos meus que se mostraram espantados pelo desconhecimento que tinham relativamente à presença dos portugueses na América.

Quanto a mim, o seu livro passou a ser uma referência. Bem haja e escreva mais.Um abraço,

 Eduardo J. Loureiro, Legal Counsel in Macao, S.A.R. - China

"Os Portugueses na Formação da América"

Luso-American Foundation (FLAD)

Agradeço as suas informações acerca de "Os Portugueses na Formação da América", obra que apreciámos pelo que revela de situações, menos conhecidas e curiosas, acerca das ligações entre os portugueses e certos aspectos da história e do património americanos. É, indubitavelmente, uma contribuição de valia, rica em sugestões para investigadores destes temas, afirmando também a dimensão significativa de uma presença cultural e sociológica até agora mal avaliada.
Rui Chancerelle de Machete, Presidente do Conselho Executivo

"Os Portugueses na Formação da América"

COMUNIDADES 7 Sábado,13 de Outubro de 2001 - Lusitano - Lançamento
Os Portugueses na Formação da América - Por Catarina Oliveira

Como incitar os jovens portugueses e luso-descendentes residentes nos EUA a aprenderem a história e cultura portuguesas? Uma das respostas a esta inquietação encontra-se na obra de Manuel Mira, «Os Portugueses na Formação da América», que esta semana teve o lançamento da sua versão portuguesa e aumentada, em Lisboa e Vale de Cambra. O autor, que reside nos Montes Apalaches, nos EUA, e que durante décadas se tem ocupado deste tema, pretende «dar a conhecer aos norte americanos quem são os portugueses», revelando também à comunidade lusa radicada «a história do seu país». O Lusitano esteve presente no lançamento lisboeta e falou com Manuel Mira sobre a sua obra.

A obra editada em 1996, e agora apresentada em Portugal, na sua versão portuguesa, resulta de décadas de pesquisas e questionamento e pretende sobretudo abrir caminho para novas investigações de um tema, até agora inédito, e com muito por explorar. Nas palavras de Manuel Mira, em referência à sua obra «há que deixar aberto o caminho a novas mentalidades, já que esta é a base de referência, de onde se pode prosseguir, para novas investigações, sobre este assunto que é tão rico».

Trata-se de um novo volume de 400 páginas, com 119 ilustrações e mais de 700 nomes e suas origens, que se divide numa primeira parte dedicada aos primórdios da história americana, a que se segue uma segunda que abarca a história do povo português e a sua presença na América do Norte desde o século XV.

De especial interesse é o capitulo que explora as possíveis ligações dos Melungos, um povo nativo americano, com os portugueses. «A minha intenção inicial neste livro era ir à procura de valores portugueses no continente norte-americano, Canadá e EUA, e essa foi uma descoberta casual», revelou o autor, ao Lusitano, explicando «no meio de muitas investigações, encontrei uma historiadora americana a quem questionei se sabia algo dos portugueses, e que me informou que nas montanhas Apalaches existe um povo que afirma ser descendente de portugueses». «Fiquei atónito e incrédulo, por nunca nada se saber sobre o assunto, e achei que poderia ser uma mentira, mas depois de investigar, notei a existência de laços que efectivamente poderiam ligar os dois povos», acrescentou Manuel Mira.

Ser português sem vergonha

Segundo o autor, um viajante, que deixou Portugal com 18 anos, e durante largos períodos de tempo viveu na Europa e América do Sul, esta obra «entra um pouco na história dos EUA, mas houve o cuidado especial de destacarmos a história de Portugal, numa linguagem fácil que os jovens possam ler facilmente, sem se tornar aborrecida».

Na génese da obra agora dada à estampa, terá estado um incidente, com que Manuel Mira se viu confrontado, logo que chegou aos EUA. «Um dia encontrei uma família portuguesa, cujos filhos se declaravam envergonhados de serem portugueses, diziam 'não quero ser português, nem quero que o meu pai diga que sou filho dele, não quero saber nada disso'», conta o autor que se declarou «bastante chocado», com o sucedido. «Quando isso aconteceu eu era jovem adolescente, e pensei jamais aceitarei que um filho ou neto meu me diga isso'», acrescentou o autor salientando então que «desde aí abracei esta cruzada para o resto da vida».

Sem possibilidade para concluir este trabalho de pesquisa, a que sempre se dedicou, por falta de tempo, e em virtude das suas responsabilidades profissionais, o empresário português no norte da América, «meteu mãos à obra», assim que se reformou, deixando por conta dos filhos, a gestão da sua empresa.

Em 1996 então foi publicada a primeira versão da obra, em inglês, havendo posteriormente, por via do sucesso desta, uma segunda versão igualmente em inglês, mais próxima da agora publicada. «A primeira versão esgotou-se rapidamente e deu-me coragem para uma segunda com mais informação e pesquisas, o que resultou no livro 'The Portuguese Making of América'», explicou Manuel Mira ao Lusitano, acrescentando «comecei então a pensar que os portugueses estavam interessados no livro, mas não liam inglês, e então, depois de muito trabalho, surgiu este volume que tem uma estrutura diferente, mas o tema é o mesmo».

Celebridades entusiasmam juventude

O afastamento da comunidade portuguesa radicada no norte da América da sua língua de origem, que afecta particularmente os jovens portugueses e luso-descendentes, é uma questão com que Manuel Mira se revela preocupado, esperando com esta obra, poder contribuir para inverter a actual situação. Diz o autor que «apesar dos esforços dos seus pais, os jovens estão muito tempo fora de casa, e inevitavelmente estão afastados da língua portuguesa», o que por outro lado acarreta também um problema de «desfasamento da actualidade».

«A minha mensagem para todos é para voltarem às suas origens, e para incitar os jovens a aprenderem cultura e história portuguesa temos de lhes revelar qualquer coisa na qual estes se possam reconhecer», declarou o autor, defendendo «temos de lhes mostrar artistas, cantores, qualquer ídolo que tenham, e que eles possam dizer que gostam, sendo português, como por exemplo a Nelly Furtado, que é um estilo muito moderno, que apela muito à juventude».

Elogios à «cruzada pêlos portugueses»

No passado dia 9 a Sociedade de Geografia de Lisboa contou com a presença de diversas personalidade, para o lançamento de «Os Portugueses na Formação da América». O Ministro do Desporto e da Juventude, José Lello, agradeceu veementemente ao autor «a cruzada que desenvolveu, e que lançou a raiz que testemunha que os portugueses estiveram e estão a contribuir para o desenvolvimento da América». Manifestando o seu «apreço pessoal e intelectual perante o livro», José Lello não deixou também de salientar «as 'andanças' que fiz pelas comunidades portuguesas, com as quais mantenho toda a minha afectividade, e que muito me ensinaram». O Ministro apelou ainda a Manuel Mira, para que «continue a procurar os portugueses esquecidos ou escondidos na América», exemplificando com o caso já celebre, do actor Tom Hanks, filho de mãe açoriana.

Os elogios de José Lello seguiram-se à intervenção do presidente da sociedade, Luís Aires-Bairros, na qual o responsável da instituição centenária manifestou a sua satisfação perante a um acontecimento que «salienta a ideia da sociedade como local de convergência das Comunidades da Diáspora portuguesa», a apresentação da obra esteve a cargo do Comandante José Malhão Pereira, que classificou como «excelente obra de referencia e consulta para as Comunidades do Atlântico e da Europa».

Este orador, cujo contacto com tais comunidades, se verificou por ocasião do seu comando do Navio Escola Sagres, destacou ainda a obra como «um excelente valor acrescentado à nossa cultura».

Após a cerimonia Manuel Mira falou com o Lusitano, declarando-se «muito satisfeito e emocionado», já que a apresentação «superou as minhas expectativas, porque não esperava ser alvo de tal atenção em Portugal, já que não tenho as credenciais académicas portuguesas», referiu.

Na expectativa de que o sucesso da anterior publicação se repita, o autor, revelou ainda a sua surpresa perante a sessão do dia anterior, Vale de Cambra, onde a Câmara Municipal se encheu para a apresentação.

«Sendo uma vila da província, escondida no interior de Portugal, fiquei espantado por ter tanta gente interessada no livro, e pela venda de tantos exemplares. Disseram-me que ia perder o meu tempo ali, mas nada disso aconteceu», congratulou-se o autor.

Revelando ainda que o seu objectivo máximo «é que haja alguém para continuar este trabalho», já que, admitiu «aquilo que sei e investiguei está esgotado, e começa a ser difícil aprofundar este assunto», o autor deixou ainda o apelo para que «sejam novas mentalidades a pegar neste assunto».

A jornalista Ana Folhas de Oliveira da Agencia Lusa, fez a sua crítica literária e que foi distribuída internacionalmente.

Lisboa, 07 Out (Lusa) – A história de Sylva, cidade com origens lusitanas na Carolina do Norte , ou a importância do Cão d´ água Português para os caçadores Apalaches são exemplos da secular influência portuguesa nos EUA revelados agora em livro.

Com o nome "Os Portugueses na Formação da América", a obra - assinada por Manuel Mira -, vai ser lançada em Portugal, no dia 09 de Outubro, na Sociedade de Geografia, constituindo a edição portuguesa do trabalho recentemente editado em inglês "The Portuguese Making of America".

O autor, um empresário português residente nos EUA, em entrevista à Agência Lusa, apontou as motivações que seguiu, durante dez anos, para concluir uma obra que pretende promover o "brio e orgulho pela nossa herança histórica e cultural".

Este livro, sublinhou, é o desejo de há muitos anos projectar tudo o que existe de "positivo entre nós, Portugueses, num mundo em que somos considerados como uma minoria invisível de tão pequeno que somos".

"Vivemos muito preocupados em nos promovermos dentro da nossa comunidade que nos esquecemos que ao perder tempo com uma autopromoção, acabamos por ser ignorados e esquecidos. Temos uma das mais ricas histórias dentro da comunidade das nações e não tiramos partido deste facto", frisou.

E acrescenta não ser difícil tirar partido disso, se se considerar que fora de Portugal existe metade da sua população (cerca de cinco milhões) que podem servir de embaixadores a todos os níveis da Sociedade.

"Pessoalmente fiz o mesmo, e antes de escrever este livro em Português, escrevi dois em Inglês para os outros saberem a parte positiva do nosso povo, pois nós já sabemos que somos bons, o que agora é preciso é dizer ao resto do mundo não só o que fomos mais ainda o que poderemos ser no futuro", salientou.

A obra, com 424 paginas, 119 ilustrações e mais de 700 nomes e suas origens, mostra a presença e a influência portuguesa nos EUA nas mais variadas áreas como o folclore, a gastronomia ou mesmo a Língua, levando o leitor a mergulhar por vezes num baú de inéditos e de histórias só agora vindas a lume.

Um desses exemplos relatados no livro revela a existência de, pelo menos, 38 palavras inglesas derivadas da Língua Portuguesa como é o caso dos vocábulos firm (firma), typhoon (tufão) ou tank (tanque).

Também na área da gastronomia, o autor foi desencantar algumas das comidas mais populares do sudoeste dos EUA e que fazem parte dos hábitos alimentares dos portugueses, descobrindo que uma cadeia de restaurantes na Carolina do Norte serve nabiças com presunto e salada de feijão frade, dois pratos tipicamente lusitanos.

Mas a obra não se resume apenas aos vários tipos de influência da presença portuguesa nos EUA e, entre milhares de assuntos, reporta-se ao tempo da escravatura e relata a própria História de Portugal.

"O amor pela nossa História e o facto de querer informar o que era desconhecido de muita gente não só na América como na maior parte do mundo" constituíram as grandes linhas orientadoras de Manuel Mira para a concepção do livro.

"Temos que ter em consideração que não existe um livro editado em Inglês sobre a história detalhada de Portugal excepto um que foi publicado em 1975 e que está esgotado, explicou à Lusa.

Por outro lado, nas viagens que tem vindo a efectuar pelo estrangeiro sempre teve a curiosidade de saber se os Portugueses estiveram ou não no local que visitava, fazendo as respectivas investigações.

Tudo isso está nesta obra que o autor classifica de "natureza histórica", com informação para os Genealogistas e de referência geral para todos que se interessam pela "nossa história e pelo nosso povo que partiu há muitos séculos".

Nesse sentido, o trabalho apresenta uma ampla colecção de documentos que atestam a exploração ibérica do Novo Mundo desde o século XVI e um vastíssimo leque de informação para quem quiser abrir novas pistas que o autor recolheu em arquivos portugueses, espanhóis e norte-americanos ao longo de vários anos.

Inevitavelmente, dedicou uma boa parte das investigações aos primórdios da história dos EUA, apesar de ser muito vaga antes do século XVII e dos séculos XV e XVI serem até considerados como "os séculos esquecidos da história dos EUA".

No entanto, apresenta investigações feitas por historiadores e genealogistas que apontam para e chegada ao continente americano de colonos no princípio de 1500, quando foram iniciadas as viagens para a Índia.

Esses colonos viriam a ser chamados de Melungos ou "Melungeons" e alguns investigadores acreditam que registos de documentos recentemente descobertos sustentam a hipótese deste povo ser de descendência portuguesa, cujas primeiras referências a estas origens surgem por volta de 1801.

O povo Melungo, que ainda há meio século vivia foragido nos Montes Apalaches, fixou-se em data incerta nas montanhas dos Estados de Carolina do Norte e Tennessee, onde sofreu durante muito tempo discriminação por não ter uma pele tão branca como os povos anglo-saxónicos.

Embora o livro – que será editado pela Fundação Luso-Americana de Pesquisas Históricas – dê uma amplitude muito vasta da História portuguesa e da sua influência na formação da América, o objectivo final passa por uma questão lúdica (relativa) e educativa.

Segundo o autor, visa promover "entre a nossa gente, principalmente os mais novos, a necessidade de se manterem na escola e continuarem a sua educação a níveis superiores."

"Se quisermos ter um lugar importante na sociedade em que vivemos, temos que aumentar o número de anos de escola, não só no Liceu mas também na Faculdade", concluiu Manuel Mira. AFO Lusa/Fim                                      


O Dr. Manuel Luciano da Silva de Bristol, Massachussets escreveu o seguinte:

O Sr. Manuel Mira foi a Portugal apresentar esta edição em português e foi entusiasticamente recebido. Fez a primeira palestra na Biblioteca Municipal em Vale de Cambra no dia 8 de Outubro de 2001, organizada pela Biblioteca-Museu Dr. Manuel Luciano da Silva e teve uma excelente audiência. Esteve também presente a tradutora Dra. Ana Mafalda Costa que participou no animado colóquio.

No dia seguinte o Sr. Manuel Mira fez a mesma apresentação na Sociedade de Geografia de Lisboa. Teve oportunidade de dar entrevistas à rádio, televisão e jornais portugueses. Foi uma viagem triunfal. O livro dele está a ser muito procurado em Portugal.


"Os Portugueses na Formação da América"

Nova obra em português e inglês retrata influencia lusitana na formação do hemisfério norte – americano.

Por Vasco M. C. Evaristo - Sol Português - Toronto, Canada

Acaba de ser lançado no mercado um novo livro sobre a presença portuguesa no continente norte – americano.Editado simultaneamente em versão inglesa The Portguese Making of America – e versão portuguesa – Os Portugueses na Formação da América – o livro procura, através de uma analise histórica, mostrar a influencia portuguesa ao longo do período de formação do pais que veio a dominar o hemisfério norte do designado "novo mundo".

Cada livro, para alem de uma breve historia de Portugal e ordem cronológica de factores, contem ainda vários quadros com os nomes de navegadores portugueses, numa obra que, quer na versão inglesa quer portuguesa, se estende por 424 paginas com 119 ilustrações e 1028 notas de rodapé.O livro contem ainda mais de 1000 nomes, origens e traduções, que para alem de informativos podem ser preciosos recursos para fins de genealogia. Para alem de tudo isto, conta ainda com uma extensa bibliografia que abre novas avenidas de exploração ao leitor mais interessado.

A obra disponibilizada para venda nos Estado Unidos pode ser obtida através da Internet nas livrarias Amazon, (amazon.com) ou Barnes & Noble (barnesandnobles.com). Pode ainda, e segundo uma nota informativa da PAHRF (Portuguese American Historical & Research Foundation Inc. ) a que Sol Português teve acesso, ser obtido directamente através da PAHR Foundation, Inc. 277 Industrial Park Road, North Carolina, 28734, USA, bastando para isso enviar um cheque no valor de 15 dólares americanos acrescido de 3 dólares para custos de correio.

Segundo um comunicado daquela organização o valor das vendas, incluindo os direitos do autor foram oferecidos a Fundação para continuar a financiar os estudos sobre os primeiros anos da presença europeia no continente norte – americano.

 ***

 
Exmo. Sr. Manuel Mira... Tive unicamente uma oportunidade de ler algumas paginas do seu livro e sou a dizer que gostei do que li logo de imediato e sou a congratula-lo pelo seu valioso trabalho. Muito obrigado... Sem mais assunto os meus respeitosos cumprimentos, seu amigo...Alcides M. Da Silva
                                                                                                                      

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Prezado Amigo Sr. Manuel Mira: Recebi hoje o seu novo livro " Os Portugueses na Formação daAmérica". Vai ficar na minha Bibloteca-Museu com uma anotação especial do autor. Gostei muito da apresentação do livro.A capa está óptima. Parabéns. O livro está muito bem impresso. É uma obra completa e recheada deinformação muito importante luso-americana. O seu livro devia ser usado nas Escolas Oficiais Portuguesas, com as duasedições em português e inglês, para as crianças começarem a ter brio dassuas raizes lusitanas ! O livro está meticulosametne bem feito. Meus Deus, como dizem osbrasileiros, com tantas notas de rodapé!. Quantas horas gastas?!!! Só muitoamor e dedicação pela obra é que se pode conseguir coisa assim. Parabéns,muitos parabéns. Luciano da Silva, MD.

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Amigo e Sr. Manuel Mira, Muitos parabéns pelo seu novo livro. Ainda vou na leitura da primeira centena de páginas e estou agradavelmente surpreendido com o original conteúdo e com o seu “estilo de escrever sem pretensões”, o que é uma qualidade rara dos luso-americanos com talento que tenho conhecido na minha vida de meio século nos Estados Unidos. “Os Portugueses na Formação da América” é uma obra que vai obter grande êxito. Por mérito próprio. Lê-se sem esforço, porque o autor lhe imprimiu um estilo que nada tem de fastidioso. Antes pelo contrario. Gostei da ilustração da capa. Aceite as minhas felicitações sinceras!  Um abraço de, António Alberto Costa

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O Jornal, Fall River, MA, January 13, 1999 page 7 Title in Portuguese "Os Portugueses Esquecidos". Radio Batalha, 22 de Dezembro de 1998. Batalha, Portugal. Entrevista com José Travaços da Batalha e Antonio Rodrigues e de New York.
O Mundo Português Magazine, Elmsford, NY 10523. Dezembro 1998. Pages 9-11. Empresario de sucesso é tambem investigador e autor.

Toronto TV. 30 de Setembro de 1998. Entrevista com Nellie Pedro do programa CPTV Productions - Gente Nova em Toronto, Canada.

Toronto Radio. 30 de Setembro de 1998. Entrevista com José Mario.

Streamline Magazine, Toronto, Canada, November 1998. Page 22 - Livro sobre os "Melungeons" chama a este povo os Portugueses Esquecidos.

TV Channel 22, Canal Português.  Entrevista com Dr. Manuel Luciano da Silva.

TV Channel 22, Canal Português. Entrevista com Silvestre Silvia.

Sol Português - Portuguese Sun Toronto, Canada December 12, 97. Luso-americano publica livro sobre Melungos.

   Resultado de cinco anos de investigação, acaba de ser publicado nos Estados Unidos um livro sobre o povo Melungo, desde data incerta fixado nas montanhas de Carolina do Norte e Tennessee, e a que muitos atribuem ascendência portuguesa.
   "The Forgotten Portuguese" (Os Portugueses Esquecidos), de que é autor o luso-americano Manuel Mira, procura revelar possíveis pistas que dêem 1ógica à teoria portuguesa como origem deste povo, ao mesmo tempo que revela pontos de encontro entre as culturas portuguesa e melunga. Com pele mais morena que a dos anglo-saxões, os melungos foram durante muitos anos vitimas de discriminação na sua área de fixação, tendo de criar escolas próprias e outros serviços.
   Conforme documento constante no livro agora publicado, a teoria da origem portuguesa dos melungos chegou a Lisboa anos 50, tendo dado origem à movimentação diplomática e à tomada de posição na imprensa governamental portuguesa contra essa associação de Portugal a um povo discriminado a residir em território americano. Manuel Mira, uma figura muito conhecida nas comunidades Portuguesas da Florida, onde é industrial no campo da campo da electrónica, começou a interessar-se pelos melungos depois de abrir uma nova unidade industrial no estado da Carolina do Norte e de ali se ter familiarizado com descendentes desse povo e com a sua hist6ria. Tentando encontrar uma explicação para a teoria, Manuel Mira fez investigação desde 1992 nas bibliotecas das Universidades de Carolina do Norte, Tennessee e Georgia, na Biblioteca do Congresso, em Washington, na Torre do Tombo e Biblioteca Nacional, em Lisboa, e nos Arquivos das Indias, em Sevilha. O resultado dessa investigação está no livro, agora publicado, com 384 páginas, mais de cem ilustrações e quadros cronológicos que permitem relacionar acontecimentos com uma eventual fixação acidental de portugueses em terras americanas antes das datas tradicionais da colonização branca anglo-saxónica. A publicação deste volume é feita pela Portuguese-American Historical and Research Foundation, com sede em Franklin, no estado da Carolina do Norte.